08/12/2019

Caiçara e Comercial estão quebrados e cheios de dívidas, denuncia sócio acionista

As dívidas são astronômicas e impagáveis, denuncia o caiçarino Deri Sousa. Segundo ele, os dois clubes estão em situação irregular e não representam com dignidade a cidade de Campo Maior

O comentarista esportivo de futebol Deri Sousa disse que Caiçara e Comercial não tem títulos de grande expressão e que as dívidas financeiras dois dois clubes são impagáveis

Deri Sousa além de comentarista esportiva de futebol já foi âncora de jornalismo esportivo e é dirigente de uma equipe de futebol amador, o Vasco. Ele também realiza competições de futebol e tem um filho que já jogou em clubes medianos fora do Estado. Amante do futebol, ele pontua afirmando que “ama o futebol, especialmente o futebol de Campo Maior”. Deri também se intitula torcedor do Caiçara, mas logo completa. “Sou caiçarino mas não sou cego. Não estou com os olhos vendados”.

Diante do baixo rendimento que as duas equipes de futebol profissional de Campo Maior vem desempenhando ao longo dos anos, o comentarista não tem dúvidas. “Caiçara e Comercial não tem mais o que fazer, estão liquidados. As duas equipes são antigas e não tem um título de expressão, nem uma das duas”, alfinetou Deri.

Caiçara e Comercial: para Deri Sousa, a solução mais viável seria o fim dos dois clubes campo-maiorenses.

DÍVIDAS ASTRONÔMICAS

Mas a situação é bem pior do que as péssimas participações dos dois clubes em campeonatos. Deri denuncia uma dívida astronômica. “As duas equipes de Campo Maior não podem receber uma ‘agulha’. Uma agulha se quer. Eles não têm conta corrente, eles não podem ter nada, porque estão completamente irregular, endividados. É Débito por cima de débito. O Caiçara já está beirando uma dívida aí de cerca de R$ 400 mil reais”.

Para Deri, a única solução para o futebol profissional de Campo Maior seria a criação de uma nova equipe, e a aposentadoria dos dois times. “não tem uma luz no fim do túnel para o Caiçara e o Comercial”, afirma ele. Com tantas dívidas, o comentarista e dirigente esportivo acredita que só mesmo um recomeço, do zero, pode salvar o futebol de Campo Maior.