20/11/2019

EUA

EUA: complô da gestão Obama para exonerar Hillary Clinton começa a vazar, diz ex-procurador federal

Um ex-procurador federal diz que a verdade está começando a vir à tona sobre o “complô descarado [da gestão Obama] para exonerar Hillary Clinton” e “criminalizar o presidente eleito [Donald Trump] com uma falsa conspiração russa”, de acordo com uma entrevista exclusiva com o Daily Caller News Foundation.

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Um ex-procurador federal diz que a verdade está começando a vir à tona sobre o “complô descarado [da gestão Obama] para exonerar Hillary Clinton” e “criminalizar o presidente eleito [Donald Trump] com uma falsa conspiração russa”, de acordo com uma entrevista exclusiva com o Daily Caller News Foundation.

Joe diGenova, um ex-procurador federal dos Estados Unidos, conecta os pontos entre os funcionários do Departamento de Justiça (DOJ, na sigla em inglês) e do Departamento Federal de Investigação (FBI) durante a gestão Obama que teriam “violado a lei, [e] talvez cometido crimes” para politizar a aplicação da lei e a vigilância contra opositores políticos.

Ele diz que o ex-diretor do FBI, James Comey, realizou uma falsa investigação criminal sobre a ex-secretária de Estado, Hillary Clinton, na medida em que eles “não seguiram qualquer das regras padrões, deram-lhe todas as abonações possíveis, imunizaram todo o tipo de pessoas, permitiram a destruição de provas, sem grande jurado, sem intimação e sem mandado de busca. Isso não é uma investigação. Essa é uma aldeia de Potemkin. É uma farsa.”

DiGenova condenou o FBI por trabalhar tão intimamente com a polêmica sobre a Fusion GPS, um grupo de ataque político pago pela campanha presidencial de Hillary Clinton e pelo Comitê Nacional Democrata (DNC), para criar e difundir o desacreditado dossiê de Christopher Steele sobre o presidente Donald Trump. Sem um motivo justificável de aplicação da lei ou de segurança nacional, diz diGenova, o FBI “criou fatos falsos para que eles pudessem obter mandados de vigilância. Tudo isso são crimes.” Ele acrescenta, o uso das “consultas” oficiais e da vigilância propiciadas pela FISA-702 [a Lei de Vigilância de Inteligência Estrangeira] foi feito “para criar um caso falso contra um candidato e, em seguida, um presidente”.

Numa entrevista de vídeo altamente detalhada, ele apresenta uma opinião judicial, não relatada pela mídia, de abril de 2017 e 99 páginas relacionada à FISA que “descreve violações sistemáticas e em curso da lei [pelo FBI e seus contratados que utilizaram divulgações não autorizadas de informações de inteligência sobre americanos]. Isso é uma coisa impressionante.”

DiGenova acha que a Fusion GPS e Crowdstrike, a firma de segurança privada do DNC, estavam entre os contratados do FBI que foram riscados nos documentos.

Devin Nunes, o presidente do Comitê da Inteligência da Câmara, que sabe quem eram as empresas contratadas cujos nomes foram riscados nos documentos, pode divulgar mais informações.

Fusion GPS estava informando e pagando jornalistas para promoverem campanhas de difamação e propaganda a serviço dos democratas? DiGenova diz que os jornalistas foram definitivamente pagos pela Fusion GPS. Se isso é verdade, ele diz: “Isso é a antítese completa do jornalismo americano e da primeira emenda [da Constituição].”

“A aplicação da lei está sendo corrompida e os meios de comunicação estão sendo comprados”, isso é um péssimo sinal, diz ele. Observando a suposta indignação da grande mídia sobre o poder e as instituições governamentais durante o caso Watergate, diGenova diz que “a única coisa que a comunidade de jornalismo americano parece se importar agora é destruir Donald Trump”.

Na entrevista, diGenova discute o heroísmo do almirante Mike Rogers da Agência de Segurança Nacional (NSA) que informou Trump após este ser eleito, em 17 de novembro de 2016, sobre a polêmica vigilância governamental. Isso resultou, diz diGenova, na transição presidencial de Trump ter saído da Trump Tower para Bedminster, em Nova Jersey, até que os grampos de vigilância para interceptação de comunicações instalados no edifício fossem removidos.

O ex-procurador também discute o escândalo da Uranium One, a investigação fajuta do conselho-especial Robert Mueller e o heroísmo do congressista Devin Nunes, que está sob intensa pressão de uma frente democrata unida.

DiGenova não tem dúvidas de que, se os democratas ganharem o controle do Congresso em novembro, haverá um esforço para derrubar Trump. Os democratas estão tentando atrasar os esforços dos republicanos para descobrirem e revelarem a verdade.

“É importante que o Congresso complete seu trabalho agora”, concluiu ele.