22/08/2019

Prefeitura de Campo Maior estuda disponibilizar peixe da Indonésia em programa social

A criação dessa espécie tem se mostrado uma boa opção para a piscicultura e também para o consumidor, já que rende até 50% de filés.  No município, a criação do peixe Panga ainda é uma novidade.

Prefeito Ribinha incentiva a psicultura campomaiorense com a distribuição de peixes da Indonésia

Existe em Campo Maior, na comunidade Porção II, o projeto experimental de criação, em tanques redes, do peixe ‘Panga’, originário da Indonésia. A criação dessa espécie tem se mostrado uma boa opção para a piscicultura e também para o consumidor, já que rende até 50% de filés.  No município, a criação do peixe Panga ainda é uma novidade.

O Poder Municipal estuda uma forma de incluir a produção local, por exemplo, no Programa de Aquisição de Alimentos.

“O peixe Panga é uma novidade em Campo Maior, mas com grandes chances de cair no gosto popular como o tambaqui e a tilápia. Estamos apostando nisso”, frisa o prefeito Professor Ribinha, que visitou o projeto experimental no Sítio Lusitonia.

O proprietário do criatório de Pangas, Luís Alves, esclarece que o peixe tem um manejo fácil e rustico. A espécie leva em torno de seis meses para atingir o peso de 1,2 quilos, ideal para o abate. “Cada quilo de peixe rende 400 gramas de filé. É um peixe de couro que aceita uma ração, mas também se adpata rápido a outro tipo de alimentação ”, detalha.

Fonte: ASCOM PMCM
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