22/08/2019

Sem Banco e sem dinheiro, comércio e população de Campo Maior enfrentam crise

O prefeito Ribinha também está preocupado com a situação e já conseguiu junto a superintendência da Caixa Econômica Federal a disponibilidade para o município de um “banco móvel”, que vai ser instalado na praça Valdir Fortes até a situação voltar à normalidade. 

O comercio de Campo Maior já começou a sentir a falta do fluxo de dinheiro vivo. Lojistas reclamam da situação

Uma semana depois do assalta nas agências bancárias de Campo Maior já é possível constatar o declínio do comércio. As lojas estão registrando uma baixa nas vendas, o que normalmente não é comum durante esse período que antecede o festejo de Santo Antonio e o dia das mães, época em que costuma haver grande movimentação de pessoas e de dinheiro.

Com pouco dinheiro em espécie circulando, as transações comerciais estão sendo realizadas na maioria das vezes por meio de cartão de crédito e do débito em conta. “O povo tem dinheiro, mas ta na conta. Aí como é que compra? Tem muito comércio pequeno que só recebe dinheiro, não tem essas máquina de cartão. Como é que faz?”, disse um comerciante no centro de Campo Maior.

O presidente da Associação Comercial, ex-prefeito João Alves Filho, está mobilizando a sociedade para pressionar os órgãos responsáveis para que as agências voltem a funcionar em Campo Maior. “Nós estamos vivendo em Campo Maior um momento de muitas dificuldades. Os 2 principais bancos assaltados, por suas faltas, está produzindo um prejuízo incalculável. Estão sofrendo os comerciários, os agropecuários, os industriários e os aposentados de Campo Maior e região”, disse ele.

O prefeito Ribinha também está preocupado com a situação e já conseguiu junto a superintendência da Caixa Econômica Federal a disponibilidade para o município de um “banco móvel”, que vai ser instalado na praça Valdir Fortes até a situação voltar à normalidade.

 

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