20/06/2019

Maternidade do HRCM volta a funcionar hoje

O prefeito Professor Ribinha comemorou o resultado da reunião. “Desde quando tivemos essa notícia que não é agradável para nosso município, que iniciamos a trabalhar por uma solução. E essa solução chegou através desse plano. De forma que as mães da região vão ter seus filhos de forma segura”, afirmou.

A instabilidade que atingiu Campo Maior e região dos carnaubais após a interdição da Maternidade Sigefredo Pacheco chegou ao fim nessa quinta-feira (30/05). Em reunião entre prefeitos e o secretário de Saúde do Piauí, Florentino Neto, ficou definido um plano contingencial para solucionar o problema.

A medida descentralizou entre os municípios da região os partos que eram concentrados na Maternidade Sigefredo Pacheco. Partos de baixa complexidade serão realizados em Campo Maior, Altos, Castelo do Piauí, São Miguel do Tapuio, Barras e Piripiri. Já os partos de média complexidade vão ocorrer em Campo Maior, Barras e Piripiri, enquanto os de alto risco serão direcionados para Teresina.

Em Campo Maior, os partos vão ocorrer a partir da próxima semana no Hospital Regional de Campo Maior. Também serão atendidas no HRCM as cidades de Nossa Senhora de Nazaré, Jatobá do Piauí, Boa Hora e Boqueirão.

“A nossa preocupação é com relação a uma maternidade privada que funcionava em Campo Maior e que para ela eram referenciados os partos do território dos carnaubais. Nós fizemos um plano emergencial. Nos próximos 90 dias vamos executar esse plano, analisar ele e tomarmos uma medida definitiva”, disse o secretário Florentino Neto.

O prefeito Professor Ribinha comemorou o resultado da reunião. “Desde quando tivemos essa notícia que não é agradável para nosso município, que iniciamos a trabalhar por uma solução. E essa solução chegou através desse plano. De forma que as mães da região vão ter seus filhos de forma segura”, afirmou.

O FECHAMENTO- A Maternidade Sigefredo Pacheco é uma entidade que funciona de forma filantrópica. A prefeitura de Campo Maior colabora com a maternidade com repasses mensais para garantir o funcionamento dos serviços. Porém, durante visita, técnicos do Conselho Regional de Medicina encontraram problemas e emitiram um parecer para a interdição do local. A partir das 00:00 do dia 3 de junho tem início a interdição total da maternidade.

Fonte: ASCOM PMCM
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