13/11/2018

Indicadores apontam recuperação econômica do Brasil

Um ano depois do início do governo Michel Temer e de uma série de medidas e reformas, termômetros[…]

Um ano depois do início do governo Michel Temer e de uma série de medidas e reformas, termômetros importantes para a economia assumiram uma trajetória positiva e mostram que a recessão ficou no passado. Esses indicadores sugerem ainda que o País construiu uma base para o crescimento sustentável e recuperou a confiança da sociedade e de investidores. O risco Brasil, medido por contratos de Credit Swap Default (CDS), recuou ao menor nível em mais de dois anos.

Nesses 12 meses de governo, a bolsa registrou alta e o dólar teve queda. Ambos também são termômetros importantes para sinalizar quando um País está saudável e pronto para avançar economicamente. Nesta sexta-feira (12), o risco Brasil caiu para os 202,89 pontos. Antes, o menor nível havia sido registrado em 27 de janeiro de 2015, quando ficou em 200,9 pontos.

Esses indicadores mostram ainda que o Brasil se tornou mais confiável e estável para investidores e consumidores. As reformas que o governo colocou em andamento foram decisivas para essa mudança de cenário, principalmente por reorganizarem as contas públicas, que eram identificadas como combustível para a crise.

Medidas econômicas

Além da medida que determinou um limite para a expansão dos gastos públicos, a proposta de reforma da Previdência e as ações de desburocratização e modernização das leis trabalhistas também foram favoráveis para os investimentos no Brasil.

A Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) fechou a sexta-feira em alta de 1,01%, aos 68.222 pontos. Diante desse desempenho, a bolsa acumula uma alta de 28,13% na gestão Michel Temer. O dólar, também neste 12 de maio, perdeu força frente ao real – registrou queda de 0,03% e terminou o dia cotado a R$ 3,12. Em um ano de governo, o recuo é de 10%.

– Presidente Michel Temer comemora melhora econômica do país. O governo Temer completou um ano essa semana.

O que é CDS

O CDS é um acordo entre duas partes: de um lado, uma instituição financeira compra proteção para a sua carteira de crédito; do outro, uma seguradora ou outra instituição vende essa proteção.

Se uma instituição financeira tem um CDS, ela tem uma espécie de seguro. Supondo que alguém comprou um CDS dos Estados Unidos, por exemplo, isso significa que ele tem um seguro para o caso de os Estados Unidos não honrarem sua dívida com essa pessoa ou instituição financeira.

O CDS é medido em pontos base. Se um país tem um CDS de 100 pontos, isso significa que o credor terá de pagar o equivalente a 1% de sua carteira de crédito para adquirir esse seguro. Para o Brasil, com a queda do CDS, significa que o risco de o País dar um calote caiu e, por isso, ficou mais barato comprar um seguro para a dívida brasileira.

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